Endurecimento de superfície: Comparando HPGQ, óleo e sal

Você precisa fazer login ou se tornar assinante para visualizar este conteúdo.

Veja nossos Planos

0 Comentários

  1. Luiz Roberto Hirsschheimer disse:

    Trabalho muito interessante, que orienta bem o tipo de equipamento mais adequado para ser utilizado em caso específico de peça/ componente a ser tratado. Evidentemente, faltam detalhes, como, por exemplo, qual é a máxima espessura que uma peça pode ter, para que, num processo de austêmpera, toda sua secção transversal seja constituída por bainita. Tenho a certeza, porém, que detalhes sempre poderão ser respondidos pelo autor do artigo técnico.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *